quarta-feira, 23 de junho de 2010

Campanha do Agasalho 2010


26/05/2010

Campanha do Agasalho 2010 é lançada no Rio Grande do Sul


Abra o armário, encha uma sacola de roupas e torne-se um voluntário da Campanha do Agasalho 2010, lançada ontem pelo governo do Estado, em parceria com empresários e prefeituras. Em tempos de La Niña, a meta dos organizadores é ultrapassar o número de donativos recebidos no ano passado, quando o montante chegou a 1,4 milhão de peças de roupas e 165 toneladas de alimentos não perecíveis, para garantir um inverno melhor para milhares de gaúchos.

A tendência, segundo previsões meteorológicas, é de que o fenômeno caracterizado pelo resfriamento das águas do oceano Pacífico volte a gelar o Rio Grande do Sul. Os modelos climáticos, conforme a meteorologista Estael Sias, indicam que o La Niña deve aparecer na estação mais fria do ano e contribuir para prolongar os dias de temperatura baixa.

Ontem, nos jardins do Palácio Piratini, a presidente do Comitê de Ação Solidária do governo gaúcho, Tarsila Crusius, lembrou que as previsões já está dando avisos de que o inverno promete ser rigoroso.

O QG da campanha fica na Central de Doações, em Porto Alegre, mas também haverá pontos de coleta em empresas privadas – como os supermercados Zaffari e a fábrica da GM – e em órgãos públicos, inclusive no Interior, onde as prefeituras unirão forças à proposta. As agências do Banrisul também receberão donativos.

Com o tema “Não deixe o frio assustar nesse inverno”, a iniciativa do governo do Estado tem o patrocínio das empresas Zaffari, Nescafé, Refap, Braskem e GM e conta com o apoio da Federação das Associações de Municípios do Estado (Famurs).

O que doar?
- Agasalhos de qualquer tipo e alimentos não perecíveis

O que não doar?
- Alimentos perecíveis

Onde fazer as doações?
- Donativos podem ser encaminhados à Central de Doações, situada no andar térreo do prédio anexo ao Centro Administrativo do Estado (Caergs), na Avenida Borges de Medeiros, 1.501, centro de Porto Alegre.

- No Interior, os municípios também terão postos de coleta. Informe-se onde você pode fazer doações com a prefeitura.
- Informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 3212-4678.


Fonte: Zero Hora

Campanha contra a fome: 1 billion hungry



Assine a petição eletrônica para ajudar a pressionar os governos mundiais a acabar com a fome!


http://www.1billionhungry.org/

Notícia: pobreza


Extrema pobreza diminuiu no mundo, diz relatório da ONU


(AFP)

MANAMA — A pobreza extrema diminuiu no mundo, afirma um relatório das Nações Unidas publicado nesta quarta-feira, que faz um balanço sobre os progressos feitos para cumprir as Metas do Milênio.

"A proporção de pessoas nos países em desenvolvimento que sobrevivem com menos de 1,25 dólar diário passou de 46% em 1990 para 27% em 2005 - sob o efeito dos progressos em China, Sul da Ásia e Leste da Ásia - e deve cair a 15% em 2015", afirma o relatório.

A crise econômica, que começou em 2008 na Europa e na América do Norte, "diminuiu o crescimento nos países em desenvolvimento", mas esse crescimento é "suficientemente forte para sustentar os esforços de redução da pobreza", completa. A organização mantém a previsão de chegar "a 15% até 2015, de acordo com as Metas do Milênio".

Na região da América Latina e Caribe, a cifra passou de 11% em 1990 para até 8% em 2005.

O documento sublinha também os progressos em termos de escolarização primária de diversos países pobres, sobretudo na África, ações vigorosas na luta contra a Aids e malária, e para melhorar a saúde das crianças.

O texto revela boas chances de garantir o acesso à água potável, mas afirma que as dificuldades dos mais pobres, os que vivem nas regiões remotas ou pessoas com alguma deficiência, minam os progressos em outras frentes.

Segundo o documento, apenas a metade da população dos países em desenvolvimento tem acesso a infraestrutura sanitária como banheiros e latrinas. As meninas de comunidades mais pobres têm 3,5 mais chances de abandonar a escola que aquelas que vivem em comunidades ricas, e quatro vezes mais que os meninos na mesma condição.

Em algumas regiões em desenvolvimento, menos da metade das mulheres tem acesso a tratamento médico durante o período de maternidade.

Globalmente, o relatório afirma que a crise econômica provocou muitos danos no emprego, mas que seu impacto não ameaça a realização das Metas do Milênio, que contemplam reduzir a extrema pobreza à metade no mundo até 2015.

Além da redução da pobreza, as Metas do Milênio, fixadas em 2000, consistem em assegurar a educação primária para todos, promover a igualdade dos sexos e a autonomia das mulheres, reduzir a mortalidade infantil, melhorar a saúde materna, lutar contra a Aids, a malária e outras doenças, preservar o meio ambiente e colocar em andamento um acordo mundial para o desenvolvimento.

23-06-2010

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domingo, 20 de junho de 2010

Estudo do Evangelho de Mateus: continuaremos


Em breve voltaremos a estudar o Evangelho de Mateus. Algumas pesquisas interromperam o processo de postagem das conclusões aqui no blog.

É verdade que há muitas interpretações nas diversas religiões e ainda muitas outras possíveis. A metáfora e a amplitude da temática ensejam isso.

Desejamos bem compreender o que Jesus ensinou... por isso o estudo em diversas obras antes de externar aqui no blog nosso entendimento.

De qualquer forma, o amor e a caridade são as duas leis básicas que antevemos em toda a obra do Mestre Jesus.

Paz e bem!

Quem foi Allan Kardec?


Biografia de Allan Kardec, publicada na Revista Espírita de maio de 1869:

"Nascido em Lião, a 3 de outubro de 1804, de uma família antiga que se distinguiu na magistratura e na advocacia, Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) não seguiu essas carreiras. Desde a primeira juventude, sentiu-se inclinado ao estudo das ciências e da filosofia. Educado na Escola de Pestalozzi, em Yverdun (Suíça), tornou-se um dos mais eminentes discípulos desse célebre professor e um dos zelosos propagandistas do seu sistema de educação, que tão grande influência exerceu sobre a reforma do ensino na França e na Alemanha.

Dotado de notável inteligência e atraído para o ensino, pelo seu caráter e pelas suas aptidões especiais, já aos catorze anos ensinava o que sabia àqueles dos seus condiscípulos que haviam aprendido menos do que ele. Foi nessa escola que lhe desabrocharam as idéias que mais tarde o colocariam na classe dos homens progressistas e dos livre-pensadores.

Nascido sob a religião católica, mas educado num país protestante, os atos de intolerância que por isso teve de suportar, no tocante a essa circunstância, cedo o levaram a conceber a idéia de uma reforma religiosa, na qual trabalhou em silêncio durante longos anos com o intuito de alcançar a unificação das crenças. Faltava-lhe, porém, o elemento indispensável à solução desse grande problema.

O Espiritismo veio, a seu tempo, imprimir-lhe especial direção aos trabalhos.

Concluídos seus estudos, voltou para a França. Conhecendo a fundo a língua alemã, traduzia para a Alemanha diferentes obras de educação e de moral e, o que é muito característico, as obras de Fénelon, que o tinham seduzido de modo particular.

Era membro de várias sociedades sábias, entre outras, da Academia Real de Arras, que, em o concurso de 1831, lhe premiou uma notável memória sobre a seguinte questão: Qual o sistema de estudos mais de harmonia com as necessidades da época?

De 1835 a 1840, fundou, em sua casa, à rua de Sèvres, cursos gratuitos de Química, Física, Anatomia comparada, Astronomia, etc., empresa digna de encômios em todos os tempos, mas, sobretudo, numa época em que só um número muito reduzido de inteligências ousava enveredar por esse caminho.

Preocupado sempre com o tornar atraentes e interessantes os sistemas de educação, inventou, ao mesmo tempo, um método engenhoso de ensinar a contar e um quadro mnemônico da História de França, tendo por objetivo fixar na memória as datas dos acontecimentos de maior relevo e as descobertas que iluminaram cada reinado.

Entre as suas numerosas obras de educação, citaremos as seguintes: Plano proposto para melhoramento da Instrução pública (1828); Curso prático e teórico de Aritmética, segundo o método de Pestalozzi, para uso dos professores e das mães de família (1824); Gramática francesa clássica (1831); Manual dos exames para os títulos de capacidade; Soluções racionais das questões e problemas de Aritmética e de Geometria (1846); Catecismo gramatical da língua francesa (1848); Programa dos cursos usuais de Química, Física, Astronomia, Fisiologia, que ele professava no Liceu Polimático; Ditados normais dos exames da Municipalidade e da Sorbona, seguidos de Ditados especiais sobre as dificuldades ortográficas (1849), obra muito apreciada na época do seu aparecimento e da qual ainda recentemente eram tiradas novas edições.

Antes que o Espiritismo lhe popularizasse o pseudônimo de Allan Kardec, já ele se ilustrara, como se vê, por meio de trabalhos de natureza muito diferente, porém tendo todos, como objetivo, esclarecer as massas e prendê-las melhor às respectivas famílias e países.

“Pelo ano de 1855, posta em foco a questão das manifestações dos Espíritos, Allan Kardec se entregou a observações perseverantes sobre esse fenômeno, cogitando principalmente de lhe deduzir as conseqüências filosóficas. Entreviu, desde logo, o princípio de novas leis naturais: as que regem as relações entre o mundo visível e o mundo invisível. Reconheceu, na ação deste último, uma das forças da Natureza, cujo conhecimento, haveria de lançar luz sobre uma imensidade de problemas tidos por insolúveis, e lhe compreendeu o alcance, do ponto de vista religioso.

“Suas obras principais sobre esta matéria são: O Livro dos Espíritos, referente à parte filosófica, e cuja primeira edição apareceu a 18 de abril de 1857; O Livro dos Médiuns, relativo à parte experimental e científica (janeiro de 1861); O Evangelho segundo o Espiritismo, concernente à parte moral (abril de 1864); O Céu e o Inferno, ou A justiça de Deus segundo o Espiritismo (agosto de 1865); A Gênese, os Milagres e as Predições (janeiro de 1868); a Revista Espírita, jornal de estudos psicológicos, periódico mensal começado a 1º de janeiro de 1858. Fundou em Paris, a 1º de abril de 1858, a primeira Sociedade espírita regularmente constituída, sob a denominação de Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, cujo fim exclusivo era o estudo de quanto possa contribuir para o progresso da nova ciência. Allan Kardec se defendeu, com inteiro fundamento, de coisa alguma haver escrito debaixo da influência de idéias preconcebidas ou sistemáticas. Homem de caráter frio e calmo, observou os fatos e de suas observações deduziu as leis que os regem. Foi o primeiro a apresentar a teoria relativa a tais fatos e a formar com eles um corpo de doutrina, metódico e regular.

“Demonstrando que os fatos erroneamente qualificados de sobrenaturais se acham submetidos a leis, ele os incluiu na ordem dos fenômenos da Natureza, destruindo assim o último refúgio do maravilhoso e um dos elementos da superstição.

“Durante os primeiros anos em que se tratou de fenômenos espíritas, estes constituíram antes objeto de curiosidade, do que de meditações sérias. O Livro dos Espíritos fez que o assunto fosse considerado sob aspecto muito diverso. Abandonaram-se as mesas girantes, que tinham sido apenas um prelúdio, e começou-se a atentar na doutrina, que abrange todas as questões de interesse para a Humanidade.

“Data do aparecimento de O Livro dos Espíritos a fundação do Espiritismo que, até então, só contara com elementos esparsos, sem coordenação, e cujo alcance nem toda gente pudera apreender. A partir daquele momento, a doutrina prendeu a atenção de homens sérios e tomou rápido desenvolvimento. Em poucos anos, aquelas idéias conquistaram numerosos aderentes em todas as camadas sociais e em todos os países. Esse êxito sem precedentes decorreu sem dúvida da simpatia que tais idéias despertaram, mas também é devido, em grande parte, à clareza com que foram expostas e que é um dos característicos dos escritos de Allan Kardec.

“Evitando as fórmulas abstratas da Metafísica, ele soube fazer que todos o lessem sem fadiga, condição essencial à vulgarização de uma idéia. Sobre todos os pontos controversos, sua argumentação, de cerrada lógica, poucas ensanchas oferece à refutação e predispõe à convicção. As provas materiais que o Espiritismo apresenta da existência da alma e da vida futura tendem a destruir as idéias materialistas e panteístas. Um dos princípios mais fecundos dessa doutrina e que deriva do precedente é o da pluralidade das existências, já entrevisto por uma multidão de filósofos antigos e modernos e, nestes últimos tempos, por João Reynaud, Carlos Fourier, Eugênio Sue e outros. Conservara-se, todavia, em estado de hipótese e de sistema, enquanto o Espiritismo lhe demonstra a realidade e prova que nesse princípio reside um dos atributos essenciais da Humanidade. Dele promana a explicação de todas as aparentes anomalias da vida humana, de todas as desigualdades intelectuais, morais e sociais, facultando ao homem saber donde vem, para onde vai, para que fim se acha na Terra e por que aí sofre.

“As idéias inatas se explicam pelos conhecimentos adquiridos nas vidas anteriores; a marcha dos povos e da Humanidade, pela ação dos homens dos tempos idos e que revivem, depois de terem progredido; as simpatias e antipatias, pela natureza das relações anteriores. Essas relações, que religam a grande família humana de todas as épocas, dão por base, aos grandes princípios de fraternidade, de igualdade, de liberdade e de solidariedade universal, as próprias leis da Natureza e não mais uma simples teoria.

“Em vez do postulado: Fora da Igreja não há salvação, que alimenta a separação e a animosidade entre as diferentes seitas religiosas e que há feito correr tanto sangue, o Espiritismo tem como divisa: Fora da Caridade não há salvação, isto é, a igualdade entre os homens perante Deus, a tolerância, a liberdade de consciência e a benevolência mútua.

“Em vez da fé cega, que anula a liberdade de pensar, ele diz: Não há fé inabalável, senão a que pode encarar face a face a razão, em todas as épocas da Humanidade. À fé, uma base se faz necessária e essa base é a inteligência perfeita daquilo em que se tem de crer. Para crer, não basta ver, é preciso, sobretudo, compreender. A fé cega já não é para este século. É precisamente ao dogma da fé cega que se deve o ser hoje tão grande o número de incrédulos, porque ela quer impor-se e exige a abolição de uma das mais preciosas faculdades do homem: o raciocínio e o livre-arbítrio.” (O Evangelho segundo o Espiritismo.)

Trabalhador infatigável, sempre o primeiro a tomar da obra e o último a deixá-la, Allan Kardec sucumbiu, a 31 de março de 1869, quando se preparava para uma mudança de local, imposta pela extensão considerável de suas múltiplas ocupações. Diversas obras que ele estava quase a terminar, ou que aguardavam oportunidade para vir a lume, demonstrarão um dia, ainda mais, a extensão e o poder das suas concepções.

Morreu conforme viveu: trabalhando. Sofria, desde longos anos, de uma enfermidade do coração, que só podia ser combatida por meio do repouso intelectual e pequena atividade material. Consagrado, porém, todo inteiro à sua obra, recusava-se a tudo o que pudesse absorver um só que fosse de seus instantes, à custa das suas ocupações prediletas. Deu-se com ele o que se dá com todas as almas de forte têmpera: a lâmina gastou a bainha.

O corpo se lhe entorpecia e se recusava aos serviços que o Espírito lhe reclamava, enquanto este último, cada vez mais vivo, mais enérgico, mais fecundo, ia sempre alargando o círculo de sua atividade.

Nessa luta desigual não podia a matéria resistir eternamente. Acabou sendo vencida: rompeu-se o aneurisma e Allan Kardec caiu fulminado. Um homem houve de menos na Terra; mas, um grande nome tomava lugar entre os que ilustraram este século; um grande Espírito fora retemperar-se no Infinito, onde todos os que ele consolara e esclarecera lhe aguardavam impacientes a volta!

“A morte, dizia, faz pouco tempo, redobra os seus golpes nas fileiras ilustres!... A quem virá ela agora libertar?”

Ele foi, como tantos outros, recobrar-se no Espaço, procurar elementos novos para restaurar o seu organismo gasto por uma vida de incessantes labores. Partiu com os que serão os fanais da nova geração, para voltar em breve com eles a continuar e acabar a obra deixada em delicadas mãos.

O homem já aqui não está; a alma, porém, permanecerá entre nós. Será um protetor seguro, uma luz a mais, um trabalhador incansável que as falanges do Espaço conquistaram. Como na Terra, sem ferir a quem quer que seja, ele fará que cada um lhe ouça os conselhos oportunos; abrandará o zelo prematuro dos ardorosos, amparará os sinceros e os desinteressados e estimulará os mornos. Vê agora e sabe tudo o que ainda há pouco previa! Já não está sujeito às incertezas, nem aos desfalecimentos e nos fará partilhar da sua convicção, fazendo-nos tocar com o dedo a meta, apontando-nos o caminho, naquela linguagem clara, precisa, que o tornou aureolado nos anais literários.

Já não existe o homem, repetimo-lo. Entretanto, Allan Kardec é imortal e a sua memória, seus trabalhos, seu Espírito estarão sempre com os que empunharem forte e vigorosamente o estandarte que ele soube sempre fazer respeitado.

Uma individualidade pujante constituiu a obra. Era o guia e o fanal de todos. Na Terra, a obra substituirá o obreiro. Os crentes não se congregarão em torno de Allan Kardec; congregar-se-ão em torno do Espiritismo, tal como ele o estruturou e, com os seus conselhos, sua influência, avançaremos, a passos firmes, para as fases ditosas prometidas à Humanidade regenerada.

Voluntariado: Parceiros Voluntários

Para quem tem interesse em se tornar um voluntário através da ONG Parceiros Voluntários, no próximo sábado haverá reunião de conscientização, primeiro passo para os futuros voluntários:

26/6/2010
Reunião de Conscientização EXTRA no SÁBADO.
Local do Evento: Largo Visconde do Cairu, 17 - 8º andar (Prédio da FEDERASUL)
Data: Sábado 26/06/2010
Horário: Das 9h até 12h
Informações: Reunião de Conscientização Extra no sábado.

Esta reunião é o primeiro passo para quem pretende exercer a sua RSI – Responsabilidade Social Individual. A Reunião conscientiza as pessoas para a opção de incluir em seu projeto de vida, o projeto de vida do outro. Visando com isso, sua melhoria como Ser Humano, através da disponibilização de seu tempo, conhecimento e emoções em prol do outro. Duas das Crenças da Parceiros Voluntários dizem: (1) Toda pessoa é solidária e um voluntário em potencial. (2) Todo trabalho voluntário traz retorno para a comunidade e para as pessoas que o realizam.


Pedimos a gentileza de confirmarem presença pelo telefone (51) 2101-9750.


Vagas limitadas.

http://www.parceirosvoluntarios.org.br/componentes/agenda/Agenda.asp?txId=41

terça-feira, 8 de junho de 2010

Caridade: O Livro dos Espíritos


CARIDADE E AMOR DO PRÓXIMO

886. Qual o verdadeiro sentido da palavra caridade, como a entendia Jesus?
“Benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas.”

O amor e a caridade são o complemento da lei de justiça, pois amar o próximo é fazer-lhe todo o bem que nos seja possível e que desejáramos nos fosse feito. Tal o sentido destas palavras de Jesus: Amai-vos uns aos outros como irmãos.

A caridade, segundo Jesus, não se restringe à esmola, abrange todas as relações em que nos achamos com os nossos semelhantes, sejam eles nossos inferiores, nossos iguais, ou nossos superiores. Ela nos prescreve a indulgência, porque de indulgência precisamos nós mesmos, e nos proíbe que humilhemos os desafortunados, contrariamente ao que se costuma fazer. Apresente-se uma pessoa rica e todas as atenções e deferências lhe são dispensadas. Se for pobre, toda gente como que entende que não precisa preocupar-se com ela. No entanto, quanto mais lastimosa seja a sua posição, tanto maior cuidado devemos pôr em lhe não aumentarmos o infortúnio pela humilhação. O homem verdadeiramente bom procura elevar, aos seus próprios olhos, aquele que lhe é inferior, diminuindo a distância que os separa.

887. Jesus também disse: Amai mesmo os vossos inimigos. Ora, o amor aos inimigos não será contrário às nossas tendências naturais e a inimizade não provirá de uma falta de simpatia entre os Espíritos?
“Certo ninguém pode votar aos seus inimigos um amor terno e apaixonado. Não foi isso o que Jesus entendeu de dizer. Amar os inimigos é perdoar-lhes e lhes retribuir o mal com o bem. O que assim procede se torna superior aos seus inimigos, ao passo que abaixo deles se coloca, se procura tomar vingança.”

888. Que se deve pensar da esmola?
“Condenando-se a pedir esmola, o homem se degrada física e moralmente: embrutece-se. Uma sociedade que se baseie na lei de Deus e na justiça deve prover à vida do fraco, sem que haja para ele humilhação. Deve assegurar a existência dos que não podem trabalhar, sem lhes deixar a vida à mercê do acaso e da boa vontade de alguns.”

a) — Dar-se-á reproveis a esmola?
“Não; o que merece reprovação não é a esmola, mas a maneira por que habitualmente é dada. O homem de bem, que compreende a caridade de acordo com Jesus, vai ao encontro do desgraçado, sem esperar que este lhe estenda a mão.
“A verdadeira caridade é sempre bondosa e benévola; está tanto no ato, como na maneira por que é praticado. Duplo valor tem um serviço prestado com delicadeza. Se o for com altivez, pode ser que a necessidade obrigue quem o recebe a aceitá-lo, mas o seu coração pouco se comoverá.
“Lembrai-vos também de que, aos olhos de Deus, a ostentação tira o mérito ao benefício. Disse Jesus: ‘Ignore a vossa mão esquerda o que a direita der.’ Por essa forma, ele vos ensinou a não tisnardes a caridade com o orgulho.
“Deve-se distinguir a esmola, propriamente dita, da beneficência. Nem sempre o mais necessitado é o que pede. O temor de uma humilhação detém o verdadeiro pobre, que muita vez sofre sem se queixar. A esse é que o homem verdadeiramente humano sabe ir procurar, sem ostentação.
“Amai-vos uns aos outros, eis toda a lei, lei divina, mediante a qual governa Deus os mundos. O amor é a lei de atração para os seres vivos e organizados. A atração é a lei de amor para a matéria inorgânica.
“Não esqueçais nunca que o Espírito, qualquer que sejam o grau de seu adiantamento, sua situação como reencarnado, ou na erraticidade, está sempre colocado entre um superior, que o guia e aperfeiçoa, e um inferior, para com o qual tem que cumprir esses mesmos deveres. Sede, pois, caridosos, praticando, não só a caridade que vos faz dar friamente o óbolo que tirais do bolso ao que vo-lo ousa pedir, mas a que vos leve ao encontro das misérias ocultas. Sede indulgentes com os defeitos dos vossos semelhantes. Em vez de votardes desprezo à ignorância e ao vício, instruí os ignorantes e moralizai os viciados. Sede brandos e benevolentes para com tudo o que vos seja inferior. Sede-o para com os seres mais ínfimos da criação e tereis obedecido à lei de Deus.”
SÃO VICENTE DE PAULO

889. Não há homens que se vêem condenados a mendigar por culpa sua?
“Sem dúvida; mas, se uma boa educação moral lhes houvera ensinado a praticar a lei de Deus, não teriam caído nos excessos causadores da sua perdição. Disso, sobretudo, é que depende a melhoria do vosso planeta.” (707)

A Caridade: Revista Espirita de agosto de 1858, por São Vicente de Paulo


A Caridade
PELO ESPÍRITO SÃO VICENTE DE PAULO
(Sociedade de Estudos Espíritas, sessão de 8 de junho de 1858)


Sede bons e caridosos: essa a chave dos céus, chave que tendes em vossas mãos. Toda a eterna felicidade se contém neste preceito: “Amai-vos uns aos outros.” Não pode a alma elevar-se às altas regiões espirituais, senão pelo devotamento ao próximo; somente nos arroubos da caridade encontra ela ventura e consolação. Sede bons, amparai os vossos irmãos, deixai de lado a horrenda chaga do egoísmo. Cumprido esse dever, abrir-se-vos-á o caminho da felicidade eterna. Ao demais, qual dentre vós ainda não sentiu o coração pulsar de júbilo, de íntima alegria, à narrativa de um ato de bela dedicação, de uma obra verdadeiramente caridosa? Se unicamente buscásseis a volúpia que uma ação boa proporciona, conservar-vos-íeis sempre na senda do progresso espiritual. Não vos faltam os exemplos; rara é apenas a boa-vontade. Notai que a vossa História guarda piedosa lembrança de uma multidão de homens de bem. Eu vos citaria aos milhares aqueles cuja moral não tinha por objetivo senão melhorar o vosso globo.

Não vos disse o Cristo tudo o que concerne às virtudes da caridade e do amor? Por que desprezar os seus ensinamentos divinos? Por que fechar o ouvido às suas divinas palavras, o coração a todos os seus bondosos preceitos? Quisera eu que dispensassem mais interesse, mais fé às leituras evangélicas. Desprezam, porém, esse livro, consideram-no repositório de palavras ocas, uma carta fechada; deixam no esquecimento esse código admirável. Vossos males provêm todos do abandono voluntário a que votais esse resumo das leis divinas. Lede-lhe as páginas cintilantes do devotamento de Jesus, e meditai-as. Eu mesmo me sinto envergonhado de ousar vos prometer um trabalho sobre a caridade, quando penso que se encontram nesse livro todos os ensinamentos que vos devem levar às regiões celestes.

Homens fortes, armai-vos; homens fracos, fazei da vossa brandura, da vossa fé, as vossas armas. Sede mais persuasivos, mais constantes na propagação da vossa nova doutrina. Apenas encorajamento é o que vos vimos dar; apenas para vos estimularmos o zelo e as virtudes é que Deus permite nos manifestemos a vós outros. Mas, se cada um o quisesse, bastaria a sua própria vontade e a ajuda de Deus; as manifestações espíritas unicamente se produzem para os de olhos fechados e corações indóceis. Há, entre vós, homens que têm a cumprir missões de amor e de caridade: escutai-os, exaltai a sua voz; fazei se resplandeçam seus méritos e sereis, vós próprios, exaltados pelo desinteresse e pela fé viva de que vos penetrarão.

As advertências detalhadas que vos deveriam ser dadas, sobre a necessidade de ampliar o círculo da caridade e nele incluir todos os infelizes, cujas misérias são ignoradas; todas as dores que, em nome dessa doutrina – caridade – se devem buscar em seus redutos para os consolar, seriam muito extensas. Vejo com satisfação que homens eminentes e poderosos auxiliam esse progresso, que deve unir todas as classes humanas: os felizes e os infelizes. Os infelizes – coisa estranha! – dão-se todos as mãos e se ajudam mutuamente em sua miséria. Por que são os felizes mais morosos em ouvir a voz do infeliz? Por que necessitamos da mão dos poderosos da Terra para impulsionar as missões de caridade? Por que não respondemos com mais ardor a esses apelos? Por que deixamos a miséria, assim como o prazer, macular o quadro da Humanidade?

A caridade é a virtude fundamental sobre que há de repousar todo o edifício das virtudes terrenas. Sem ela não existem as outras. Sem a caridade não há esperar melhor sorte, não há interesse moral que nos guie; sem a caridade não há fé, pois a fé não é mais do que pura luminosidade que torna brilhante uma alma caridosa; é a sua conseqüência decisiva.

Quando deixardes que vosso coração se abra à súplica do primeiro infeliz que vos estender a mão; quando lhe derdes algo, sem questionar se sua miséria não é fingida ou se seu mal provém de um vício de que deu causa; quando abandonardes toda a justiça nas mãos divinas; quando deixardes o castigo das falsas misérias ao Criador; quando, por fim, praticardes a caridade unicamente pela felicidade que ela proporciona e sem inquirir de sua utilidade, então sereis os filhos amados de Deus e ele vos atrairá a si.

A caridade é, em todos os mundos, a eterna âncora da salvação; é a mais pura emanação do próprio Criador; é a sua própria virtude, dada por ele à criatura. Como desprezar essa bondade suprema? Qual o coração, disso ciente, bastante perverso para recalcar em si e expulsar esse sentimento todo divino? Qual o filho bastante mau para se rebelar contra essa doce carícia: a caridade?

Não ouso falar do que fiz, porque também os Espíritos têm o pudor de suas obras; considero, porém, a que iniciei como uma das que mais hão de contribuir para o alívio dos vossos semelhantes. Vejo com freqüência os Espíritos a pedirem lhes seja dado, por missão, continuar a minha tarefa. Vejo-os, minhas bondosas e queridas irmãs, no piedoso e divino ministério; vejo-os praticando a virtude que vos recomendo, com todo o júbilo que deriva de uma existência de dedicação e sacrifícios. Imensa dita é a minha, por ver quanto lhes honra o caráter, quão estimada e protegida é a missão que desempenham. Homens de bem, de boa e firme vontade, uni-vos para continuar amplamente a obra de propagação da caridade; no exercício mesmo dessa virtude, encontrareis a vossa recompensa; não há alegria espiritual que ela não proporcione já na vida presente. Sede unidos, amai-vos uns aos outros, segundo os preceitos do Cristo. Assim seja.

Agradecemos a São Vicente de Paulo a bela e boa comunicação que se dignou de nos dar. – Gostaria que fosse proveitosa a todos. Permitiríeis que formulássemos algumas perguntas complementares a respeito do que acabastes de dizer?
Resp. – Eu o desejo muito; meu objetivo é vos esclarecer; perguntai o que quiserdes.

1. Pode-se entender a caridade de duas maneiras: a esmola propriamente dita e o amor aos semelhantes. Quando dissestes que era necessário que o coração se abrisse à súplica do infeliz que nos estendesse a mão, sem questionarmos se não seria fingida a sua miséria, não quisestes falar da caridade do ponto de vista da esmola?
Resp. – Sim; somente nesse parágrafo.

2. Dissestes que era preciso deixar à justiça de Deus a apreciação da falsa miséria. Parece-nos, entretanto, que dar sem discernimento às pessoas que não têm necessidade, ou que poderiam ganhar a vida num trabalho honesto, será estimular o vício e a preguiça. Se os preguiçosos encontrassem aberta com muita facilidade a bolsa dos outros, multiplicar-se-iam ao infinito, em prejuízo dos verdadeiros infelizes.
Resp. – Podeis discernir os que podem trabalhar e, então, a caridade vos obriga a fazer tudo para lhes proporcionar trabalho; entretanto, também existem falsos pobres, capazes de simular com habilidade misérias que não possuem; é para os tais que se deve deixar a Deus toda a justiça.

3. Aquele que não pode dar senão um centavo, e que deve escolher entre dois infelizes que lhe pedem, não tem razão de inquirir quem, de fato, tem mais necessidade, ou deve dar sem exame ao primeiro que aparecer?
Resp. – Deve dar ao que pareça sofrer mais.

4. Não se deve considerar também como fazendo parte da caridade o modo por que é feita?
Resp. – É sobretudo na maneira de fazer a caridade que está o seu maior mérito; a bondade é sempre o indício de uma bela alma.

5. Que tipo de mérito concedeis àqueles a quem chamamos de benfeitores de ocasião?
Resp. – Só fazem o bem pela metade. Seus benefícios não lhes aproveitam.

6. Disse Jesus: “Que vossa mão direita não saiba o que faz vossa mão esquerda.” Têm algum mérito aqueles que dão por ostentação?
Resp. – Apenas o mérito do orgulho, pelo que serão punidos.

7. Em sua acepção mais abrangente, a caridade cristã não compreende igualmente a doçura, a benevolência e a indulgência para com as fraquezas dos outros?
Resp. – Imitai Jesus; ele vos disse tudo isso. Escutai-o mais que nunca.50

8. A caridade é bem compreendida quando praticada exclusivamente entre pessoas que professam a mesma opinião ou pertencem a um mesmo partido?
Resp. – Não. É sobretudo o espírito de seita e de partido que se deve abolir, porquanto todos os homens são irmãos. É sobre essa questão que concentramos os nossos esforços.

9. Suponhamos que alguém vê dois homens em perigo, mas não pode salvar senão um. Qual dos dois deverá salvar, considerando-se que um deles é seu amigo e o outro é seu inimigo?
Resp. – Deve salvar o amigo, pois este amigo poderia acusá-lo de não gostar dele; quanto ao outro, Deus se encarregará.

Caridade: Paulo (1 Coríntios 13)


Se eu falar as línguas dos homens e dos anjos, e não tiver caridade, tenho-me tornado como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine.

Se eu tiver o dom de profecia, e souber todos os mistérios e toda a ciência; se tiver toda a fé a ponto de remover montes, e não tiver caridade, nada sou.

Se eu distribuir todos os meus bens em sustento dos pobres, e se entregar o meu corpo para ser queimado, se todavia não tiver caridade, isto nada me aproveita.

A caridade é longânima, é benigna, a caridade não é invejosa, não se jacta, não se ensoberbece,

não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal,

não se regozija com a injustiça, mas regozija-se com a verdade;

tudo suporta, tudo crê, tudo espera, tudo sofre.

A caridade jamais se acaba; mas quer haja profecias, desaparecerão; quer línguas, cessarão; quer ciência, desaparecerá.

Pois em parte conhecemos e em parte profetizamos;

mas quando vier o que é perfeito, o que é em parte desaparecerá.

Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; desde que me tornei homem, dei de mão as coisas de menino.

Pois agora vemos como por um espelho em enigma, mas então face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, assim como fui plenamente conhecido.

Mas agora permanecem estas três: a fé, a esperança, a caridade; porém a maior destas é a caridade.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

A caridade: O que é caridade? O que é ser caridoso? Como fazer a caridade?

Ouvimos muito falar da caridade, que a caridade é um dos principais objetivos do Cristão, que fora da caridade não há salvação, que Deus é amor e caridade. Mas o que é caridade? E o que é ser caridoso com alguém? E como podemos praticar a caridade? E o que não é caridade ou é falsa caridade?

Será que a caridade consiste em dar uma esmola a alguém necessitado? Só a isso? Uma moeda para um pão?

Para podermos agir a caridade e não apenas falarmos dela (convém praticar e não apenas falar) é preciso que compreendamos o que é a caridade, para conhecermos o sentido e o alcance desta prática cristã tão recomendada.

No dicionário, caridade significa:

"1 virtude teologal que conduz ao amor a Deus e ao nosso semelhante
2 Derivação: por metonímia.
ato pelo qual se beneficia o próximo, esp. os pobres e os desprotegidos
3 disposição favorável em relação a alguém em situação de inferioridade (física, moral, social etc.); compaixão, benevolência, piedade
4 Derivação: por metonímia (da acp. 1).
donativo ou ajuda que se dá aos pobres; esmola, benefício" (HOUAISS, 2009)

Percebe-se que a caridade, no conceito do dicionário, tem ligação com o amor ao próximo, a beneficiar e favorecer ao próximo, especialmente os necessitados, a ajudar e ter compaixão, benevolência e piedade para com nossos semelhantes. Mas não podemos deixar de constatar que o conceito do dicionário nos passa a idéia de que a caridade é praticada em relação a alguém que está necessitado, como a pessoa pobre e doente. Como ajudar alguém que está em situação de "inferioridade".

Mas será que só praticamos a caridade quando há alguém em situação "inferior" à nossa? Será que somos superiores a qualquer irmão nosso? Será que somos melhores do que outros irmãos?

No sentido Cristão, caridade se confunde com amor cristão. A palavra utilizada, em grego antigo, era "ágape", que pode significar tanto "amor" quanto "caridade" nas traduções dos Evangelhos (há versões das traduções que utilizam "amor" e outras "caridade").

Recorrendo aos Evangelhos, percebemos que a caridade (ou o amor, conforme a tradução) é retratada em diversas passagens:

Romanos 13:10
O amor não faz mal algum ao próximo; o amor é, pois, o cumprimento da lei.

1 Coríntios 13:1
Se eu falar as línguas dos homens e dos anjos, e não tiver caridade, tenho-me tornado como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine.

1 Coríntios 13:2
Se eu tiver o dom de profecia, e souber todos os mistérios e toda a ciência; se tiver toda a fé a ponto de remover montes, e não tiver caridade, nada sou.

1 Coríntios 13:3
Se eu distribuir todos os meus bens em sustento dos pobres, e se entregar o meu corpo para ser queimado, se todavia não tiver caridade, isto nada me aproveita.

1 Coríntios 13:8
A caridade jamais se acaba; mas quer haja profecias, desaparecerão; quer línguas, cessarão; quer ciência, desaparecerá.

1 Coríntios 13:13
Mas agora permanecem estas três: a fé, a esperança, a caridade; porém a maior destas é a caridade.

1 Coríntios 14:1
Segui a caridade; contudo aspirai aos dons espirituais, porém sobre todos ao de profecia.

1 Coríntios 16:14
Todas as vossas obras sejam feitas em caridade.

2 Coríntios 8:8
Não o digo como mandamento, mas para provar, mediante o zelo de outros, a sinceridade também da vossa caridade;

Gálatas 5:6
Pois em Cristo Jesus nem a circuncisão vale coisa alguma, nem a incircuncisão; mas a fé que opera por amor.

Gálatas 5:22
Mas o fruto do Espírito é a caridade, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade,

Colossenses 3:14
e sobre tudo isto revesti-vos do amor que é o vínculo da perfeição.

1 Tessalonicenses 3:6
Mas acabando Timóteo de voltar do meio de vós e trazendo-nos boas notícias da vossa fé, do vosso amor, e de que sempre nos tendes em boa lembrança, com muito desejo de ver-nos, assim como nos sucede igualmente para convosco;

1 Tessalonicenses 4:9
Acerca do amor fraternal não tendes necessidade de que se vos escreva, visto que vós mesmos estais instruídos por Deus em amar-vos uns aos outros;

1 Tessalonicenses 5:8
Mas nós, porque somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e do amor, e tendo por capacete a esperança da salvação.

2 Tessalonicenses 1:3
Devemos dar graças a Deus sempre por vós, irmãos, como é justo, porque a vossa fé aumenta sobremaneira e o amor de cada um de todos vós cresce reciprocamente,

1 Timóteo 1:5
¶ Mas o fim desta admoestação é o amor que procede de um coração puro, de uma consciência boa e de uma fé não fingida;

1 Pedro 4:8
tendo antes de tudo ardente caridade uns para com os outros, porque a caridade cobre a multidão dos pecados;

2 Pedro 1:7
à piedade, o amor dos irmãos; e ao amor dos irmãos, a caridade.

1 João 4:18
No amor não há medo, mas o perfeito amor lança fora o medo, porque o medo envolve castigo; e aquele que tem medo, não é perfeito no amor.

Provérbios 10:12
O ódio excita contendas, Mas a caridade cobre todas as transgressões.

Romanos 14:15
Se por causa da comida o teu irmão se entristece, já não andas segundo a caridade. Não faças perecer pela tua comida aquele por quem Cristo morreu.

1 Coríntios 4:21
Que quereis? que eu vá ter convosco com vara, ou com caridade e espírito de mansidão?

1 Coríntios 8:1
Quanto às coisas sacrificadas aos ídolos, sabemos que todos temos ciência. A ciência incha, mas a caridade edifica;

2 Coríntios 8:7
Mas como abundais em tudo, em fé, em palavra, em ciência, em toda a solicitude, em nosso amor para convosco, vede que assim abundeis também nesta graça.

2 Coríntios 8:24
Dai-lhes, portanto, diante das igrejas prova do vosso amor e da nossa glória a vosso respeito.

Gálatas 5:13
Vós, irmãos, fostes chamados à liberdade: porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne, mas num espírito de amor sede servos uns dos outros.

Efésios 4:15
mas praticando a verdade em amor, cresçamos em todas as coisas até chegarmos a ele, que é a cabeça, Cristo,

1 Timóteo 2:15
entretanto ela será salva no dar filhos ao mundo, se permanecer na fé, no amor e na santidade com moderação.

1 Timóteo 4:12
Ninguém despreze a tua mocidade, mas torna-te o exemplo dos fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé e na pureza.

1 Timóteo 6:11
Tu, porém, ó homem de Deus, foge destas coisas; segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a perseverança, a mansidão.

2 Timóteo 2:22
Foge também das paixões da mocidade e segue a justiça, a fé, o amor, a paz com aqueles que invocam o Senhor com um coração puro.

2 Timóteo 3:10
Tu, porém, seguiste de perto o meu ensino, procedimento, intenção, fé, longanimidade, amor, perseverança,

Tito 2:2
Exorta os velhos a que sejam sóbrios, circunspectos, prudentes, sãos na fé, no amor e na perseverança;

Filemom 1:5
ouvindo o teu amor e a fé que tens para com o Senhor Jesus e para com todos os santos;

Filemom 1:7
Pois tive, irmão, muita alegria e conforto no teu amor, porque os corações dos santos foram reanimados por ti.

Hebreus 6:10
Pois Deus não é injusto para se esquecer do vosso trabalho e da caridade que mostrastes para com seu nome, quando servistes e ainda servis aos santos.

Hebreus 13:1
Permaneça a caridade fraternal.

1 Pedro 5:14
Saudai-vos uns aos outros com ósculo de caridade. Paz a todos vós que estais em Cristo.

1 João 4:16
Nós temos conhecido e crido o amor que Deus tem em nós. Deus é amor; aquele que permanece no amor, permanece em Deus, e Deus permanece nele.

Mateus 24:12
e por se multiplicar a iniqüidade, resfriar-se-á o amor da maior parte dos homens.

Romanos 15:30
Rogo-vos, irmãos, por nosso Senhor Jesus Cristo e pelo amor do Espírito, que luteis juntamente comigo nas orações por mim a Deus,

2 Coríntios 2:8
Por isso vos rogo que confirmeis a vossa caridade para com ele;

Efésios 1:4
assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo para sermos santos e sem defeito perante ele,

Efésios 1:15
Por isso também eu, tendo ouvido a fé que há entre vós no Senhor Jesus e o vosso amor para com todos os santos,

Efésios 4:2
com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em caridade,

Efésios 6:23
Paz aos irmãos, e amor com fé, da parte de Deus Pai e da do Senhor Jesus Cristo.

Filipenses 1:9
Isto rogo, que vosso amor cresça cada vez mais no pleno conhecimento e em todo o discernimento;

Filipenses 1:16
estes por caridade, sabendo que estou posto para a defesa do Evangelho,

Colossenses 1:4
desde que ouvimos a vossa fé em Cristo Jesus e o amor que tendes a todos os santos,

Colossenses 1:8
o qual também nos declarou o vosso amor no Espírito.

Colossenses 2:2
para que os seus corações sejam confortados, estando unidos em amor e para conseguir todas as riquezas da plena certeza do entendimento, para reconhecerem o mistério de Deus, Cristo,

1 Tessalonicenses 1:3
lembrando-nos sem cessar diante do nosso Deus e Pai da vossa obra da fé, do trabalho do amor e da firmeza da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo;

1 Tessalonicenses 3:12
O Senhor vos faça crescer e abundar no amor de uns para com os outros e para com todos, como também nós o fazemos para convosco, 2 Tessalonicenses 3:5 O Senhor, porém, vos dirija os corações no amor de Deus e na fortaleza de Cristo.

Filemom 1:9
contudo prefiro apelar para ti em nome deste amor, sendo, como sou, Paulo, velho, e agora até prisioneiro de Cristo Jesus.

Hebreus 10:24
e consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras,

1 Pedro 1:22
Uma vez que tendes purificado as vossas almas na vossa obediência à verdade que leva ao amor não fingido dos irmãos, de coração amai-vos uns aos outros ardentemente,

Judas 1:2
Misericórdia, paz e caridade vos sejam multiplicadas.

Apocalipse 2:19
Sei as tuas obras, e o teu amor, e a tua fé, e os teus serviços e a tua perseverança, e que as tuas últimas obras são mais numerosas do que as primeiras.

Provérbios 19:22
O que faz um homem desejável é a sua benignidade, Mais vale o pobre do que o mentiroso.

Lucas 11:42
Mas ai de vós, fariseus! porque dais o dízimo da hortelã, da arruda e de todas as hortaliças, e desprezais a justiça e o amor de Deus; estas coisas, porém, devíeis fazer sem omitirdes aquelas.

2 Timóteo 1:13
Conserva o modelo de sãs palavras que de mim ouviste na fé e no amor que há em Cristo Jesus.

Tito 3:4
Mas quando apareceu a bondade de Deus nosso Salvador e o seu amor para com os homens,

1 João 3:1
Vede que amor o Pai nos tem mostrado, para que fôssemos chamados filhos de Deus; e nós o somos. Por isso o mundo não nos conhece, porque não o conheceu a ele.

1 João 3:16
Por isto conhecemos o amor, porque Cristo deu a sua vida por nós; e nós devemos dar a vida pelos irmãos.

1 João 3:17
Mas aquele que tiver bens do mundo e vir seu irmão em necessidade, e fechar-lhe o seu coração, como permanece nele o amor de Deus?

1 João 4:7
Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor é de Deus; todo aquele que ama, é de Deus, e conhece a Deus.

1 João 4:8
Quem não ama, não conhece a Deus, porque Deus é amor.

1 João 4:9 Nisto se manifestou o amor de Deus em nós, em que Deus enviou a seu Filho unigênito ao mundo para que vivêssemos por meio dele.

1 João 4:10
O amor consiste, não em termos nós amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós e enviou a seu Filho como propiciação pelos nossos pecados.

1 João 4:12
Ninguém jamais viu a Deus; se nos amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é em nós perfeito.

1 João 4:17
O amor é perfeito em nós, para que tenhamos coragem no dia do juízo; porque assim como ele é, nós somos também neste mundo.

1 João 5:3
Pois este é o amor de Deus, que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são penosos,

2 João 1:3
A graça, a misericórdia e a paz da parte de Deus Pai, e da de Jesus Cristo, Filho do Pai, serão conosco em verdade e amor.

2 João 1:6
Este amor consiste em andarmos segundo os seus mandamentos; e este mandamento consiste, conforme ouvistes desde o princípio, em andardes neste amor. 3

João 1:6
os quais dão testemunho do teu amor diante da igreja, aos quais farás bem se ajudares na sua viagem de um modo digno de Deus;

Judas 1:12
Estes são os cachopos em vossos agapes, quando banqueteiam convosco sem medo, pastores que se apascentam a si mesmos; nuvens sem água, levadas pelos ventos; árvores do outono, sem fruto, duas vezes mortas, desarraigadas;

Judas 1:21
guardai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo para a vida eterna.

Apocalipse 2:4
Eu, porém, tenho contra ti que deixaste o teu primeiro amor.

Em cada passagem, conforme a tradução dada ao texto, a palavra amor poderá ser interpretada como caridade.

Como a própria semelhança de significados demonstra, a caridade se assemelha ao amor, a amar o próximo e fazer a ele o que a pessoa gostaria que lhe fizessem, é agir bem, com respeito e cuidado para fazer o bem ao próximo.

Não só com as pessoas necessitadas é que podemos praticar a caridade. Com estas a necessidade é mais urgente e devemos, como cidadãos e cristãos, atendê-los da melhor maneira possível, não só dando a esmola, mas principalmente lutando para que nossa sociedade e instituições governamentais tenham maior preocupação e efetividade no combate às desigualdades sociais gritantes e a miséria material e educacional de nossos irmãos. E, se possível, não só dar o pão, mas ajudar aquele irmão a recuperar sua dignidade, tendo acesso aos direitos sociais, em especial à alimentação (que, recentemente, virou direito social na Constituição Brasileira, no art. 6º), à moradia, ao lazer e outros direitos essenciais para uma vida digna.

Mas a caridade pode e deve ser praticada em cada segundo de nossas vidas. A cada pensamento, gesto, ato, palavra escrita ou falada podemos ser caridosos. Podemos amar nossos irmãos, respeitá-los, agir bem como cada um, observando que não somos melhores do que ninguém e que sempre podemos aprender e também ensinar no nosso convívio como os semelhantes. Devemos respeitar cada pessoa, independentemente do que acredita, pensa ou faz. As diferenças devem ser respeitadas, até mesmo com pessoas que não acreditam no que acreditamos. Por dever de amor e caridade, devemos fazer cessar a crítica ou os comentários desconstrutivos. Podemos expressar nossa opinião e apontar um rumo nosso, mas não podemos impor e nem julgar que somos melhores, pois, de fato, não somos. Somos todos filhos de Nosso Pai, todos com igual valor a Ele.

Se um irmão nosso se dedica ao mal, merece também o nosso amor e compaixão. Ele deverá responder pelos seus atos, como todo mundo. Sofrerá a aplicação da lei humana correspondente e da lei de Deus, que tudo enxerga e não precisa de testemunhas. Mas esse irmão não é mal por natureza. O mal é uma doença que deverá encontrar cura. E este irmão está doente, por isso precisando do nosso amor e perdão, não se fortalecendo qualquer círculo vicioso se ódios.

Se alguém erra, precisa de nossa caridade. Não devemos ficar apontanto o dedo para os erros alheios. Devemos ajudar este irmão, se ele desejar nossa ajuda. Se não desejar, devemos perdoar e não ficar lembrando dos erros alheios, mas julgando tão somente os nossos erros e pensarmos no que podemos fazer para melhorarmos como discípulos de Jesus Cristo.

Enfim, a caridade é amar todos os nossos irmão como se fossem nossos pais ou filhos, dando amor incondicional e altruísta, que pensa nos outros e não só em si. Cada ser é filho de Nosso Pai. Se amarmos eles, estaremos amando a Deus. Ao contrário, se naõ amarmos os filhos de Nosso Pai, que mérito teremos aos olhos Dele? Pai, eu Te amo, mas faço mal aos Teus filhos, que amas também? Não. Devemos amar cada ser com a importância que tem: cada um é objeto do amor de Deus.

Então, façamos o bem, pratiquemos o amor e a caridade. Pode ser difícil no início, mas um dia acabaremos nos acostumando a vencer nossos velhos hábitos e más tendências e teremos puros nossos pensamentos, coração e atos, como quer Nosso Mestre Jesus e Nosso Pai, que está em todos os lugares e a tudo vê.